vídeo/entrevista “o outro estranho”
Lançamento do “Outro Estranho” em 2009 (versão PDF)
A leitura inaugural
O outro estranho é uma narrativa de muitas narrativas − esse acontecimento se traduz logo na enumeração de capítulos sugestivos em que nos deparamos com possibilidades de uma história híbrida de gêneros diversos − validados ao longo da obra. A abertura e o fechamento − em linguagem teatral − dimensionam tempo e espaço pouco convencionais para apresentar o tema que seguirá caminhos tortuosos – ações obsessivas − e, perigosamente, nos confrontamos com imagens em descrições atormentadas para traduzir um estado do personagem que nos comove em sua tentativa de se estranhar para se entender. Contar essa história é a grande manha do escritor − a organização temporal é feita de adiamentos e antecipações, de pausas e silêncios e nos alimentamos da incompreensão de tudo, somos pares do personagem, assim, como ele, não sabemos. Então, fará sentido continuar e continuar… para nos perdermos?
A linguagem é, por vezes, agressiva, escatológica e, assim, apresenta-se, ao que parece, intencionalmente, ao denunciar a ilusão do espetáculo de nosso tempo em que nominar é necessário diante da fragilidade do permitido − acredita-se ser possível reproduzir com as palavras a concretude de sentimentos e ações; enganados, respiramos e nos sentimos menos manipulados, será?
Ao subverter as regras de uma narrativa convencional, o autor cumpre outras, conhecidas, mas que só confirma que somos reféns de uma boa história e inauguramos sempre uma nova leitura ao mapear esse corpo desenhado − uma cena pensada por um escritor que deixa, agora, sua obra à deriva, para a experiência única de cada leitor.
Uma escrita é sempre uma ameaça à conformidade do lugar que ocupamos; nessa obra, é preciso o deslocamento, a aventura do mergulho, então… mergulhe.
Maria Luiza Medeiros Borges
Luquinhas, vc está tirando um sarro da crítica literária?
Vc. está testando a inteligência dos seus futuros leitores?
O seu senso de humor é mto bom!
Julliana
Dezembro 3, 2008 em 6:07 pm
bom menino.
bom entrevistado.
domingo
Dezembro 4, 2008 em 7:07 pm
Lucas, a entrevista traduziu a certeza das discussões,ficou clara-e o livro , eu já sei, vai ser sucesso, espero que seja, como vc.diz”de passar mal”-grande beijo
malu
Dezembro 5, 2008 em 9:15 pm
Belíssima propaganda cara!
mas é uma propaganda que parece ter conteúdo hehehe
abrs!
Caio
Dezembro 11, 2008 em 11:37 pm
LUCAS, VC DÁ A IMPRESSÃO DE TER SIDO UM BBÊ REBUSCADO,MACHADIANO,TALVEZ…ESTAMOS DEOLHAO EM VC. TENTE NÃO PISAR EM OURIÇOS VERDES, ELES CAUSAM DANOS PERMANENTES , ENTRETANTO,NO SEU LUGAR, EU ESTARIA MAIS PREOCUPADO COM A NINA. NÃO SE DESCUIDE DELA. NÃO DURMA PERTO DELA,NESTE CASO VC PODE REALMENTE AMANHECER ENVENENADO POR MULTIPLAS CAUSAS(MAU HUMOR, MAU HALITO,CHULÉ,SUBACO, E OUTRAS MANHAS…)NÃO SE ILUDA LUCAS!! AFASTE-SA DELA ENQUANTOÉTEMPO. DO SEU MUI AMIGO OURIÇO VERDE….
paulo cecilio
Dezembro 19, 2008 em 3:28 pm
Lucas, não se pode dizer que você é assim uma pessoa simples.
Cinthia
Dezembro 29, 2008 em 9:49 pm
passei só pra desejar um feliz 2009!!!! BCeB…hehehe, beijão!!!!!
Erika
Janeiro 9, 2009 em 12:41 pm
É, meu caro, o livro não é pra qq bagre. Espero conseguir lê-lo. Kkk.
Felicidades.
PS. Ah, não estou no paraíso. Ele fica mais nos trópicos. Onde é calor constantemente. kakaka
A.Pepe
Março 31, 2009 em 12:26 pm