Archive for the ‘artes plásticas’ Category
o outro estranho
tarefa: domingo feliz
ensaio sobre o sonho
ensaio sobre o sonho
Árvore Musical

Concebida pelos artistas Mike Tonkin e Anna Liu, esta escultura é feita de 1 mil tubos galvanizados que, quando percorridos pelo vento, actuam como flautas e atuem por quilómetros na paisagem inglesa. Esta árvore metálica produz notas e acordes que variam com a intensidade e direcção do vento. Segue um vídeo.
pó, performance e abramovic
A sérvia Marina Abramovic, considerada a mais importante performer em atividade, ganha exposição na galeria Brito Cimino, em São Paulo. A entrada é franca. Abramovic transforma ações cotidianas em rituais de transição, de passagem. Constrói uma espécie de totem para cada situação significativa e dolorosa de sua vida, não para que esses totens construídos sejam idolatrados, mas que sejam esquecidos (pelo menos para ela, ou pra mim mesmo). O corpo é seu instrumento principal, sempre no limiar do possível e do impossível. Em House, por exemplo, a artista permanece 12 dias sem comer numa galeria em Nova York.
A Folha de São Paulo publicou ontem uma interessante matéria sobre a artista: (http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u415478.shtml)
No vídeo abaixo, de Balkan Epic, homens copulam com a terra. Tentam fazer amor com gaia. As imagens são interessantes.
“Em Balkan Epic (2005), a cultura pagã da região balcânica é foco central da investigação de Abramovic. A mostra revela como o erotismo, por meio de rituais descobertos pela artista em manuscritos dos séculos 14, 15, 16 e início do 19, estava profundamente enraizado na cultura sérvia desde os tempos medievais. Esses textos apontam como os órgãos sexuais – femininos e masculinos – representavam para os camponeses instrumentos de cura, de prevenção de doenças, de fertilidade, uma forma de comunicação com os Deuses” (do blog de Chioglossa Coimbra, de Portugal).
Aqui, homens vestidos em trajes tradicionais, em ereção, olham para a câmera estáticos (ou nem tão estásticos assim).
E do “Livro das Perguntas”, de Pablo Neruda, sua dúvida fatal: “Quando já se foram os ossos, quem vive no pó final?”.








