lucas arantes

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Archive for fevereiro 2010

Março: nova temporada de Suspensão, no Satyros 1

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SERVIÇO

Quando: sextas-feiras e sábados de março (5, 6, 12, 13, 26 e 27)

Horário: 21h30 Local: Satyros Um – Praça Roosevelt, 214

Tel. (11) 3258 6345

Ingresso: R$ 20 e R$ 10

Duração: 80 minutos.

Classificação: 16 anos

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fevereiro 24, 2010 at 5:47 pm

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O QUE JÁ FOI DITO SOBRE SUSPENSÃO

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“Um Espetáculo original, de clima intenso. Um teatro vital, na vertente existencial, entre Beckett e Sartre” – Jefferson Del Rios, crítico do jornal “O Estado de S. Paulo”

“É a Nossa Aposta em 2010” – Ivam Cabral, ator, co-fundador do Grupo Satyros  

“O Texto é excelente. Gosto da atmosfera becketiana” – Fernando Bonassi, roteirista de filmes como “Carandiru” e “Cazuza – O tempo não para” 

“Montagem ousada, texto surpreendente” – Marici Salomão, dramaturga e jurada do prêmio Shell 

“Para ficar sabendo se a vida continua ou este é mesmo o fim dos tempos você deve assistir Suspensão.” – Erika Riedel, Crítica Teatral (A.P.C.A) 

“Uma situação absurda que dialoga diretamente com a realidade do mundo contemporâneo, revelando muito sobre a psiquê do homem de hoje, seus valores, seu vazio” – Gabriela Melão, dramaturga e jornalista da revista Bravo! 

“Um dos melhores espetáculos da seleção da revista Bravo!” (jan/2010)

Written by lucasarantes

fevereiro 22, 2010 at 3:33 pm

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Suspensão, em Ribeirão Preto, quarta-feira, dia 3 de março, às 20h30

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Depois de uma excelente temporada em São Paulo, Suspensão, da Trupe Acima do Bem e do Mal, volta para o Teatro Municipal de Ribeirão Preto. Em seguida, volta em cartaz na capital, no teatro Satyros 1, em horário nobre.

Dia: 3 de março

horário: 20h30

Preço: R$ 30 e R$ 15 (meia entrada para todos)

Written by lucasarantes

fevereiro 19, 2010 at 7:49 pm

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enciclopédia virtual do teatro brasileiro

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A SP Escola de Teatro está organizando a Enciclopédia Virtual do Teatro Brasileiro, que será hospedada em seu site. O lançamento acontece no Festival de Teatro de Curitiba. Assim, estamos desenvolvendo os primeiros verbetes. Gostaríamos de convidar você a ser um dos primeiros a integrar este projeto.

Para participar é bem simples, basta preencher o questionário.

Cada perfil contará com uma imagem. Essa foto pode ser de seu acervo pessoal ou de um profissional que aceite disponibilizá-la no site. Se a imagem não for de sua autoria, é importante que o próprio autor autorize sua publicação através  de um e-mail contendo o seguinte texto.

Para participar envie e-mail para: 
enciclopedia@spescoladeteatro.org.br

Divulgue esta iniciativa aos artistas que você conhece.

Written by lucasarantes

fevereiro 18, 2010 at 11:56 am

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Bob Souza registra Suspensão

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O fotógrafo Bob Souza, um dos fotógrafos teatrais mais requisitados de São Paulo,  esteve presente na última apresentação da peça Suspensão, captando momento preciosos que, apesar de serem cenas da peça, não são somente um registro do espetáculo, mas adquiriram estatutos de arte por conta da sensibilidade do artista. Mas não foi só isso: ele acompanhou cenas dos bastidores, o que faz de tudo isso tão teatro.

VEJA A EXPOSIÇAO VIRTUAL DE BOB SOUZA AQUI

Em março, o espetáculo volta para Sao Paulo no Satyros 1. Divulgo as datas aqui depois do carnaval.

*

do blog de Bob Souza

Esse é o ensaio fotográfico de “Suspensão”, do jovem dramaturgo Lucas Arantes, que encantou a todos em sua curta passagem pela cidade. A trupe “Acima do bem e do mal”, de Ribeirão Preto, traz uma tentativa de aproximação do “teatro pós-dramático” do ensaísta alemão Hans-Thies Lehmann. A direção de Mateus Barbassa, que também atua,  é segura e conta com a entrega total do elenco, que tem: Maria Angélica Braga, Davi Tostes, Fernanda Lins e Ademir Esteves. O espetáculo volta em março no Espaço Satyros 1

Written by lucasarantes

fevereiro 12, 2010 at 1:27 am

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diálogos de David Lynch

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– Onde você vai?

– A lugar nenhum (pausa) e não vou te levar.

Written by lucasarantes

fevereiro 10, 2010 at 10:52 pm

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eu, por bob souza

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fotografia de Bob Souza

Written by lucasarantes

fevereiro 8, 2010 at 2:18 pm

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o elenco

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Depois de uma curta temporada no Teatro Satyros Um, a peça Suspensão volta para Ribeirão Preto, onde será apresentada no início de março, para, em seguida, voltar para São Paulo no Teatro Satyros Um para uma segunda temporada aos finais de semana. Quando as datas e horários estiver certo, divulgo.

o elenco

foto de Adalberto Lima

Written by lucasarantes

fevereiro 6, 2010 at 2:43 pm

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Suspensão pelas lentes do fotógrafo Adalberto Lima

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o casal

o homem

a mulher

o velho

gregório e sidarta

Written by lucasarantes

fevereiro 6, 2010 at 2:35 pm

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Crítica no jornal Estado de S.P de hoje sobre a peça SUSPENSÃO

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O mundo que acaba, mas continua

Em Suspensão, o grupo Acima do Bem e do Mal, de Ribeirão Preto, surpreende com espetáculo original e de clima intenso

(Mateus Barbassa – que substitui Lucas Chaves – e Maria Angélica Braga, foto de Adalberto Lima)

JEFFERSON DEL RIOS,

Crítica, ESPECIAL PARA O ESTADO

Pode-se chamar Suspensão de um espetáculo estranho, e, em parte, será elogio. A produção do grupo Acima do Bem e do Mal, de Ribeirão Preto, têm clarões, pontos dispersos ou obscuros, mas, quase sempre, um clima intenso. É teatro na vertente existencial, entre Beckett e Sartre, com o ponto de vista de um autor novo, Lucas Arantes. O dramaturgo de 23 anos, também jornalista profissional, teve outros aprendizados, dentre eles a psicanálise que estudou por quatro anos. Ecoar Freud em meio a temas filosóficos e mitológicos é tentador; o difícil é dar-lhes arcabouço e consistência como literatura. Lucas, que também faz poesia e romance (O Outro Estranho) corre seu risco no teatro. Consegue em parte seu objetivo.

Na primeira sequência, a peça reúne um trio (o casal e o avô) que se descobre sozinho no mundo. As cidades, os objetos, comida, combustível e dinheiro estão intactos, mas a humanidade desapareceu. De início, o benefício de serem donos de tudo preenche suas vidas. O que se segue, porém, é o tédio perplexo e, em seu prolongamento, os choques de interesses. Colapso familiar quando se revelam carências, sonhos e medo.

No segundo movimento, surge, assim, do nada, uma dupla estranha, improvável, mas não impossível, de sobreviventes ou fruto do delírio coletivo. Todo conflito gira em torno deste beco sem saída. O autor faz seu contraponto a Entre Quatro Paredes. Se na obra de Sartre “o inferno são os outros”, Lucas, ao contrário, proclama a importância do outro na nossa existência. Esclarece, porém, que quando se refere ao “outro” não pensa somente em outra pessoa, mas nos mecanismos simbólicos construídos pela sociedade como jornais, religiões, ambiente de trabalho, enfim, todos os rituais diários. Durante a ação, essas figuras, embora habitando um espaço real (são mencionadas algumas cidades), vivem no território mental das obsessões. A tensão maior surge com a fantasia da mulher em repovoar a Terra com o marido. De quebra, o que fazer do velho? Até aqui vai a linha mestra da história.

A seguir se dispersa em acréscimos próximos à ficção científica (referências aos mecanismos da reprodução humana, por exemplo). Foi esquecido que Kafka e Beckett criaram situações basicamente esquemáticas. A transcendência delas está na linguagem de múltiplos subentendidos; ou no silêncio. A outra parte, visual, a que se assiste, é acréscimo da encenação sobre estes ambientes (Orson Welles recriou O Processo. É cinema de Welles e puro Kafka).

O diretor Mateus Barbassa domina o espaço, efeitos de luz e som e, sobretudo, o muito bom rendimento do elenco. Todo o projeto é marcado pela vontade de realizar um “teatro pós-dramático” do ensaísta alemão Hans-Thies Lehmann.

O termo, já meio tedioso pela saturação de tantos “pós”, refere-se, entre outras premissas, à fragmentação da linguagem, ao fim da linearidade psicológica e a inclusão de recursos audiovisuais à narrativa. Não será mal, contudo, se autor e grupo atentarem para a ansiedade da influência que revelam com tantas citações postas em cena. O nome da companhia é engenhoso, mas este “acima do bem e do mal”, ironia à parte, pode levar a uma autossuficiência hermética, hostil ao espectador. É comum se dizer que o artista tem a obrigação de se reinventar a cada dia. Só que a pressa em ser “pós-alguma coisa” pode dispersar energias. O ideal é que o nome Acima do Bem e do Mal seja uma brincadeira, não uma certeza fechada em si mesma.

Quando não estão tão preocupados com Lehman, o diretor e companheiros apresentam um teatro vital. Por outras palavras, enquanto o talento de Lucas Arantes e Barbassa correm mais esquecido de ser contramão, os bons intérpretes Fernanda Lins, Maria Angélica Braga, Ademir Esteves, Davi Tostes, Lucas Chaves levam a montagem a um nível do qual Ribeirão Preto deve orgulhar-se e que, discretamente, se faz notar em São Paulo.

Written by lucasarantes

fevereiro 3, 2010 at 11:28 am

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