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Archive for maio 2010

seminário de dramaturgia (18 e 19 de junho)

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Bom demais voltar para Ribeirão Preto com dois espetáculos em cartaz. Um deles, Ar Vazio, é estreia nacional. Outro, é Suspensão. Tudo isso na Feira do Livro de Ribeirão Preto dentro do Seminário de Dramaturgia, nos dias 18 e 19 de junho . Veja a programação.

SEMINÁRIO DRAMATURGIA

O Seminário de Dramaturgia da 10 Feira do Livro de Ribeirão Preto acontece nos dias 18 e 19 de junho, no Teatro Auxiliadora (rua Duque de Caxias, 927). As palestras serão ministradas por Oswaldo Mendes e Jefferson Dell Rios no dia 18 de junho e por Roberto Alvim, Mário Bortolotto, Rodrigo Nogueira, Ivam Cabral, Marici Salomão e Gabriela Melão, no dia 19. Além das palestras o público poderá conferir as peças Suspensão (de Lucas Arantes) com a trupe Acima do Bem e do Mal, de Ribeirão Preto e a estréia do espetáculo Ar Vazio (de Lucas Arantes) com a Cia Inerente. Evento em parceria com a SP Escola de Teatro e o Teatro Auxiliadora.

Capacidade: 200 vagas

LINK DO EVENTO http://www.feiradolivroribeirao.com.br/2010/programacao.shtml

 

SUSPENSÃO

 

fotos: Bob Sousa

Texto: Lucas Arantes

Direção: Mateus Barbassa

Com: Trupe Acima do Bem e do Mal/Ademir Esteves, Davi Tostes, Fernanda Lins, Mateus Barbassa, Maria Angélica Braga. Voz Off: Antônio Carlos Coelho

 

AR VAZIO

 

 Grupo: Cia. Inerente

Texto: Lucas Arantes

Direção: Pedro Cameron

Atores: Igor Pushinov e Flávia Teixeira

Assistente de Direção: Yucari Carolina

Duração: 60 minutos

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Written by lucasarantes

maio 20, 2010 at 10:28 pm

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Hipóteses para o Amor e a Verdade

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A não comunicação. A não história. O personagem como a metrópole. Viver entre escombros de fragmentos. Pessoas que passam entre nossas vidas e nós fingimos que são relevantes para a nossa história pessoal, e que não são. E que nunca são. Sempre viram lembranças. Pois lembrar é viver uma história feliz do que não foi verdade.
“Hipóteses para o Amor e a Verdade”, o novo espetáculo do grupo Os Satyros, escrito por Ivam Cabral e Rodolfo Garcia Vázques, que também dirige a montagem, sabe dialogar com a platéia, pois a platéia é a mesma que está em cena, buscando, a cada momento, um sentido na própria história, de quem faz e de quem assiste.
Saindo do teatro, anônimos no celular buscavam se conetar com algum Avatar perdido pelo espaço da cidade. Sem sucesso, a sarjeta ou a cama sempre são os melhores caminhos.

Hipóteses para o Amor e a Verdade

Sinopse: Humanos, reais e virtuais, vivendo na megalópole do hemisfério sul, buscam quebrar os muros de suas solidões através do amor, real ou virtual
Texto: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Direção: Rodolfo García Vázquez
Assistente de direção: Fábio Penna
Cenário e Figurino: Marcelo Maffei
Iluminação: Rodolfo García Vázquez e Fábio Cabral
Elenco: Esther Antunes, Leo Moreira, Luiza Gottschalk, Marcelo Szykman, Paulinho Faria, Phedra De Córdoba, Tânia Granussi e Tiago Leal
Realização: Os Satyros
Assessoria de Imprensa: Robson Catalunha
Direção de produção: Erika Barbosa
Quando: Sexta, sábado e domingo, 21h30
Onde: Espaço dos Satyros Um – Praça Franklin Roosevelt, 214
Quanto: R$ 10 (inteira) R$ 5,00 (Estudantes, Classe Artística, Terceira Idade, Oficineiros dos Satyros e moradores da Praça Roosevelt)
Lotação: 70 lugares
Duração: 90 min.
Classificação: 18 anos

Temporada: 1 de maio até 20 de junho

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maio 16, 2010 at 8:48 pm

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Êxtase (teatro)

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Êxtase, de Mike Leigh, com direção de Mauro Baptista Vedia e um elenco formado por Erika Puga, Amanda Lyra, Eduardo Estrela, Francisco Eldo Mendes, Fernanda Catani e Mario Bortolotto é um espetáculo fora do tempo, meio embriagado, tedioso e formidável, pois faz com que aquele sentimento de letargia (esse mesmo) se apresente como uma maneira de viver. Uma eterna e curta vida anestesiada de todo qualquer sentido, como um bebê no colo da mãe. Álcool, esse remédio contra o tempo, que paraliza um pouco a continuidade e faz do presente algo mais chato, triste e gostoso.

SERVIÇO

Written by lucasarantes

maio 14, 2010 at 1:56 am

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sexualidade da Levada da Breca

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A sexualidade se manifesta de diversas formas: agressiva, vulgar, tímida, sensual e Katharine Hepburn no filme A Levada da Breca (1938) de Howard Khawks.

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maio 11, 2010 at 3:24 am

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Exposição – Lucília Junqueira de Almeida Prado

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O Sesc de Ribeirão Preto presta homenagem a escritora Lucília Junqueira de Almeida Prado e  me convidou para escrever um texto sobre a autora radicada em Ribeirão Preto. Fui até a casa dela no mês de abril e conversamos mais de 2 horas sobre assuntos diversos. A exposição  abre no dia 12 de Maio. Segue texto sobre minhas impressões e fotos.

“A solidão, para o escritor, é um benefício” – Lucília Junqueira de Almeida Prado

ela…

…e os seus passarinhos.

Uma vida interiorana dedicada à família e à literatura

O Sesc de Ribeirão Preto realiza, durante todo o mês de Maio, realiza a maior exposição já organizada sobre a obra da escritora Lucília Junqueira de Almeida Prado, 86, autora de 65 livros infantis e juvenis e mais de uma dezena de livros adultos inéditos.

Nesta homenagem, o público confere diferentes leituras artísticas da obra da escritora por meio de peças teatrais, contação de histórias, oficinas, palestras, curta-metragem de animação, documentário e intervenção musical. Na exposição, o visitante também é convidado a interagir de maneira dinâmica na trajetória dessa autora autodidata, que morou a maior parte de sua vida na fazenda e começou a escrever somente aos 44 anos, marcando para sempre a literatura brasileira.

O começo dessa história aconteceu em São Paulo. A escritora nasceu na capital, mas quando fez quatro anos, estourou a crise econômica mundial de 1929, fazendo com que o seu pai, advogado, fosse um dos tantos prejudicados pela situação econômica e social. Mudou-se com toda a família para uma fazenda herdada de seu avô, no Triângulo Mineiro.

Aos noves anos, regressou a São Paulo para cursar o ginásio no antigo Colégio das Cônegas de Santo Agostinho, conhecido como “Dês Oiseaux”. Lá, o professor de português profetizou que, a então menina, seria escritora.

Casou-se aos 19 anos com um fazendeiro e voltou a morar no campo, só que dessa vez perto de Orlândia. Nesta fase, dedicou-se “somente” à vida familiar.

Quando completou 44 anos, os seus cinco filhos já estavam morando na cidade para seguir os estudos. E então, nesse momento, começou a escrever. “Acho que a primeira função da mulher é ser mãe, fazendeira e esposa. Com os meus filhos estudando fora, eu havia cumprido o meu papel e poderia realizar o grande sonho da minha mocidade: ser escritora”, conta.

Primeiro veio o livro O Rei do Mundo, ambientado na fazenda. Vencedor de prêmios, a história foi adotada como leitura em várias escolas. Foi por meio dessa experiência que começou a dialogar com os estudantes sobre sua narrativa. Em uma dessas prosas, no Colégio Otoniel Mota, em Ribeirão Preto, um dos alunos pediu para que escrevesse uma história que se passasse na cidade, perto de alguma rua. O pedido resultou na obra Uma Rua Como Aquela, livro vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura Juvenil em 1971, hoje com mais de 70 edições.  

“Soube da conquista do Prêmio Jabuti por um telefonema. Quando vi um dos meus filhos, eu gritei: ‘Ganhei o Jabuti! Ganhei o Jabuti’. Então ele respondeu com a maior cara de pau do mundo: é macho ou fêmea?”, recorda a escritora se divertindo.

De lá pra cá, novos livros foram escritos e, com eles, recebeu mais de oito prêmios, sendo o mais importante deles o “Pen Clube Internacional”, pelo conjunto de sua obra.

Quando perdeu o marido, em 1997, mudou-se para Ribeirão Preto, já que os seus filhos já moravam e trabalhavam na cidade.

Hoje em dia, mesmo longe da fazenda, continua avessa a telefone celular e computador. Escreve tudo a mão, do lado direito do caderno. O lado esquerdo é usado para fazer possíveis correções e enxertos. Para pesquisar, faz uso de enciclopédias. Terminado o livro, reescreve toda a história com as novas alterações em outro caderno e, só então, entrega a última versão para o seu escrivão transcrever para o computador.

Depois de conquistar o público infantil e juvenil, acaba de lançar o livro adulto “A Esperança Tem Muitas Faces”, pela Editora Planeta, ambientado na época da Segunda Guerra Mundial. Atualmente, tem mais de uma dezena de romances adultos inéditos. “Não editei antes, pois fiquei muito conhecida como escritora de livros infantis”, revela.

Para organizar sua obra, a escritora, por conta própria, está imprimindo toda a sua literatura, tanto os livros publicados, a maioria já esgotados, quanto os ainda não editados. “O objetivo é deixar pronto para os meus descendentes lerem”, explica.

Depois disso, irá se dedicar ao seu derradeiro livro. Nele, vai contar a história de vida que passou ao lado do marido. O livro já tem nome provisório: “Talvez se chame Histórias de um Casal”, diz a escritora ainda apaixonada.

 INFO

Sesc Ribeirão Preto

Sala de Exposições. 
Abertura: Dia 12 de junho, quarta, às 20h30.
Horário especial para visitação de grupos escolares: de terça a sexta, das 9h30 às 17h30, até 30/06. Informações e agendamento pelo telefone (16) 3977-4477. Email: tirandodeletra@ribeirao.sescsp.org.br

Written by lucasarantes

maio 10, 2010 at 10:25 pm

Eugenio Barba em São Paulo

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Foto: Lucas Arantes (6/05/2010 – São Paulo/SP)

Written by lucasarantes

maio 6, 2010 at 6:05 pm

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artigos

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Imperdível o artigo Meninas Fáceis, do Pondé. Como diz Mateus Barbassa, esse homem balburdia em cima da sociedade. É, sem dúvida, um dos reacionários amáveis deste país.

Luiz Felipe Pondé (3/05/2010 – Folha de S.P) = “Dizem a elas que o amor é raro, morre fácil, porque é sempre mal-adaptado num ambiente mais afeito a baratas do que a seres humanos. Enfim, que uma das lutas contínuas da civilização é contra a indiferença porque homens e mulheres não são especiais e existem às dúzias por aí, as gargalhadas, como bonecos de cera sem graça”

Written by lucasarantes

maio 5, 2010 at 9:51 pm

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