lucas arantes

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Archive for dezembro 2010

Perdido, estreia 14 de janeiro, 23h59

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Temporada PERDIDO

Satyros 2 – Praça Roosevelt, 134
Estreia: 14 de janeiro (sexta-feira)
 Sextas: 23h59
 Madrugada de sábado para domingo: 2h da manhã
 Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
 Duração: 50 minutos
 Informações: (11) 3258-6345

SINOPSE

Perdido em um lugar onde o espaço/tempo estão distorcidos, um homem (criança/jovem/adulto) passa os seus dias numa espécie de lúdico-luto para repetir, recordar e elaborar o que já passou, o que já perdeu e o que não existe mais. Cada signo deste estranho lugar costura a sua história. Ele não está neste ambiente em vão. Não escolheu estar ali. Ele perdeu alguém. E, agora, busca conforto. Nessa busca quase onírica, o homem fala numa tentativa incessante de compreender a si mesmo, os outros e o mundo que o cerca. É preciso estar “sem desejo sem memória” para entender o que ele diz.

FICHA TÉCNICA

Espetáculo: Perdido.
Grupo: Trupe Acima do Bem e do Mal.
Texto, direção, iluminação e cenário: Lucas Arantes.
Interpretação: Mateus Barbassa.
Trilha sonora: Mateus Barbassa.
Duração: 50 minutos.
Arte Cartaz: Renan Araújo.

Written by lucasarantes

dezembro 22, 2010 at 4:19 am

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presente

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Written by lucasarantes

dezembro 10, 2010 at 1:33 pm

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personagem

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É um momento estranho, o momento de criar personagens que nunca existiram até essa altura. Aquilo que se segue é incerto, inseguro, ás vezes alucinante – e às vezes mesmo uma avalanche que não pára. A posição do autor é estranha. Num certo sentido, as personagens não o querem por lá. As personagens resistem, não são de convívio fácil, são de difícil definição. De certa forma, estamos num jogo sem fim com elas, gato e rato, à cabra-cega, às escondidas. E acabamos por ter nas nossas mãos pessoas de carne e osso, pessoas com desejos e com sensibilidade própria, feitas de elementos que já não conseguimos alterar, manipular ou distorcer.” – Harold Pinter

Written by lucasarantes

dezembro 9, 2010 at 2:11 pm

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tipo ruim ou a prisão

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Um dos personagens mais misteriosos já construídos pela ficção. Acho que essa é uma das classificações do HOMEM, sem nome, quase sem rosto em iluminações sutis durantes sua composição, e que talvez nos desumanize um pouco nesse mundo tão bom e humanizado.

As cenas não vêm por sobreposição, continuidade, simetria ou somatória, já que a fábula não é sobre o que se pode fazer numa liberdade, mas sobre o que não se pode fazer numa prisão. O copo transborda não porque a água aumenta, mas porque o copo diminui sutilmente de tamanho sem que percebamos – daí a sensação de estarmos vendo a um novo final a cada começo.

Por sorte, temos artistas delicados que, por generosidade, conseguem mostrar (sem atear a história, mas a um sentimento que a “figura” da história construída provoca – o que são coisas muito distintas) o tipo ruim de fazer parte de uma civilização humana, como essa nossa, única.

Kim Ki-Duk, artista de outros filmes, sabe esticar uma corda sem estourar com esse TIPO RUIIM, de 2001.

Written by lucasarantes

dezembro 9, 2010 at 2:20 am

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Tietê

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(de Paulo Cecilio)

 

Tietê

De cada estação

na carne recebe

peixe de plástico/plutônio

saco de vômito/ferida

carta de suicídio/assombração

arranha-se em prego enferrujado.

range denso/ cansado/podre.

Mas tietê é um rio:

na última estação,

abraça o mar…

Written by lucasarantes

dezembro 7, 2010 at 9:05 pm

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vídeo SEM DESEJO SEM MEMÓRIA #Satyrianas

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A apresentação foi no dia 28 de novembro, às 5h da manhã, na tenda do Dramamix, dentro da Satyrianas 2010.

Written by lucasarantes

dezembro 3, 2010 at 5:29 pm

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sarau e conversa nas bibliotecas

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Foram 12 bibliotecas que visitamos no mês de novembro. A cada encontro, um diálogo. A cada diálogo, novas ideias. A cada ponto revelado, novos pontos ficavam na escuridão. E assim, seguimos tateando a literatura. Estas fotos foram tiradas na Biblioteca Pedro Nova. Obrigado a todas as bibliotecas pelos dias de verão.

Written by lucasarantes

dezembro 1, 2010 at 3:37 pm

Publicado em literatura

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