lucas arantes

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sobre o que a peça PERDIDO fala?

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sobre a ausência do “pai”.

“O pai simbólico, representante da lei, não é necessariamente o pai biológico de cada um. Ele é o significante do pacto instituído pelos irmãos, livres e desamparados – e livres porque desamparados – depois do assassinato do tirano, o pai real da horda primitiva. Para a psicanálise, o pai pode ser entendido como lugar, portanto, da lei (simbólica) que protege os irmãos ao evitar que se destruam mutuamente, entregues a violência pulsional. Mas o Pai também existe em sua versão imaginária, como aquele que detém a verdade sobre quem o filho é, capaz de fazer do filho o herdeiro não de um traço identificatório, mas de uma identidade, resolvendo com isso a permanente interrogação do sujeito quanto ao seu desejo e a sua singularidade. Pois, em vez de interrogar a si mesmo, o sujeito que se instala na condição de filho submetido interroga o pai: O que deseja (de mim)?” – Maria Rita Kehl sobre o mito em Totem e Tabu de Freud.

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Written by lucasarantes

janeiro 10, 2011 às 2:33 pm

Publicado em teatro

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